Apesar de ser um dos pratos mais típicos da cozinha do norte da Itália,
mais especificamente de Bologna, o nome “ragú” vem do verbo francês
“ragouter” que significa “reviver o sabor”.
Parece que o Croque Monsieur tem sua origem na classe trabalhadora: diz a lenda que os trabalhadores levavam sanduíches de presunto e queijo para almoço e os colocavam junto aos aquecedores... o queijo derreteu e assim nasceu o sanduíche mais famoso da França. A sua versão “feminina”, o Croque Madame, leva também um ovo. O primeiro registro do Croque em um cardápio é de um café parisiense, em 1910, tendo aparecido em 1918 no livro “Em busca do Tempo Perdido”, de Proust.
É crença popular que a Tortilla foi criada por uma cortesã das Serras
Navadas. Uma noite de inverno, um general lhe pediu algo para jantar. Na
cozinha, a pobre mulher se deu conta que só tinha batatas, cebolas e ovos. Como não queria desapontar tão importante general, ela fritou as batatas, as cebolas e as misturou aos ovos. E assim foi criado um dos mais famosos pratos da cozinha espanhola.
Por tradição e lei, apenas o leite produzido nas regiões italianas de Lombardia e Piemonte pode ser utilizado para a produção do queijo Gorgonzola.
O Cassoulet tradicionalmente é feito com carnes de pato e porco e o seu nome deriva da caçarola na qual o prato é feito - a Cassole d´Issel, assim chamada por ser este o nome da pequena vila nos arredores de Castelnaudary aonde as tais panelas de barro são fabricadas. Castelnaudary, por sua vez, é considerada a “capital mundial do Cassoulet”,e - pasmem! - lá fica a sede da “Grande Confraria do Cassoulet”, uma associação criada em 1901, que tem por objetivo defender a tradição e a qualidade do Cassoulet. Depois disso, não fica difícil acreditar que o Cassoulet já virou selo e tem um festival anual com 4 dias de duração para celebrar sua existência!
Estudos comprovaram que o Curry, de origem indiana, leva o corpo humano a liberar endorfina, provocando a sensação de bem-estar.
O Goulash tem suas origens entre os ciganos húngaros, que cozinhavam
carne com páprica durante horas ao relento, no fogo à lenha. Em húngaro,
Gulyás significa vaqueiro e a carne à vaqueiro chama-se guliáz hus.
O mais famoso habitante de Sandwich ainda é o quarto dos seus condes,
John Montagne. O conde tinha o hábito de jogar cartas, em 1762, passou
24 h numa mesa de bridge sem se levantar. Foi então que pediu que lhe
servissem fatias de rosbife dentro de dois pedaços de pão, para continuar
a jogar sem sair da mesa e nem sujar as mãos. E esse jeito de comer
carne, dentro do pão, passou a ser conhecido como o “pão de sandwich”.
Na Roma antiga, os vegetais eram servidos um por vez, ao final das refeições, para ajudar na digestão. Na idade média, começaram a ser servidos juntos e temperados com gordura de peixe e sal, daí o nome
“Salada”, com origem no dialeto da região de Provence, no sul da França.
Nos idos de 1950, a Condessa Moncenigo de Veneza pediu Giuseppe, dono do Harry's Bar, que lhe preparasse algo com carne crua, para melhorar a anemia. E aí surgiu o Carpaccio, que teve seu nome escolhido por
estar havendo na cidade uma exposição do pintor renascentista Vittore Carpaccio, conhecido por usar em seus quadros luminosos tons vermelhos.
Em Vermont, no nordeste dos EUA, existe um teatro “politicamente radical”, chamado Pão e Bonecos, que funciona desde os anos 60. O estranho nome é por que, antes das apresentações, o teatro distribui ao seu público, pão fresco com um forte molho aioli – e a prática vem da crença de que a "arte deveria ser tão essencial à vida quanto o pão’.